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| Imagem : Gualdino Pimentel |
Que na discórdia
do teu mundo, esse coração vagabundo que é teu desconheça meus passos, meus
planos, pois quem sabe eu possa inventar uma forma de me dissolver e me desdobrar
sem que tenha que passar por tuas mãos feito grãos de areia a ressalva de um
tempo.
Tempo em que divaguei por este chão sofrendo por um amor que só coubera em mim, pois embora tenha semeado todos os pensamentos um dia plantados como saudade que se colhe, eu deixei de ser tempestade e virei o teu silencio ignorando a tua essência restrita a liberdade, pois teu forte nunca foi a vaidade, enquanto juravas-me amor, teu olhar infidelidade.
Tempo em que divaguei por este chão sofrendo por um amor que só coubera em mim, pois embora tenha semeado todos os pensamentos um dia plantados como saudade que se colhe, eu deixei de ser tempestade e virei o teu silencio ignorando a tua essência restrita a liberdade, pois teu forte nunca foi a vaidade, enquanto juravas-me amor, teu olhar infidelidade.
Confesso às
vezes me domina uma vontade louca de te dizer todas as verdades na cara, e quem
sabe chorar noutros cantos pra que não me vejas fraco ou dizer que ainda te
amo...
Posso até inventar uma forma de me dissolver ou me desaguar, porém já não me mantenho em suas mãos e quer saber estou farto, e por mais que me doa saber que um dia te amei, hoje me devolvo tranquilo, pois entendi que de todas as vezes em que disse não saber viver sem a tua presença, me dissolvi, me desaguei, sobrevivi A TUA AUSÊNCIA ...
Posso até inventar uma forma de me dissolver ou me desaguar, porém já não me mantenho em suas mãos e quer saber estou farto, e por mais que me doa saber que um dia te amei, hoje me devolvo tranquilo, pois entendi que de todas as vezes em que disse não saber viver sem a tua presença, me dissolvi, me desaguei, sobrevivi A TUA AUSÊNCIA ...
Autor: Leandro
C. de Lima

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