Ele capricorniano, aos seus vinte
e poucos anos de vida queria ser ator, na verdade, queria sua independente, se
jogar no mundo ou fazer de conta que seu corpo seria o reflexo dos papéis que
interpretou das poucas vezes que pisou ao palco... tão cheio de si, odiava
cobranças, odiava qualquer tipo de situação que o levasse a entender ser
submisso a alguém, sim, odiava ligações frenéticas, então, era taxado de egoísta,
antipático, quando me verdade só queria levar a vida a seu modo de enxergar as
coisas sem muita pressa ao metodismo de achar que o amor é um mero atraso, pois
preferiria viajar, viajar e viajar....
Ele de câncer, aos seus trinta e
poucos anos tivera seu mundo tomado pela ansiedade, amava demais, gostava
demais, se jogava a sentimentos rasos e se feria por diversas vezes e bem
verdade, possuía um coração enorme enquanto o capricorniano, tanto fez ou faz
quem o deixava, mas aquele canceriano vivia de saudade, uma liberdade entediante
que o orgulho deixou de querer abraçar, uma liberdade vazia, pois possuía dentro
de si expectativas sobre tudo e todos, enquanto o capricorniano deixara um
bilhete sobre a mesa de seus pensamentos dizendo “fui ser feliz” e naquele instante
ele lendo se corroendo de curiosidade se perguntou: por quê a felicidade tinha
o deixado? Foi então que na frieza
daquele capricorniano havia um ser humano incrível e disse: ela nunca te
abandonou, nós é quem possuímos a mania de estarmos cegos, mudos e surdos e a
deixamos de lado, não é mais fácil aceitar os problemas e seguir?
Autor: Leandro C. de Lima
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